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domingo, 20 de julho de 2008

O contraste da alma romântica

A melhoria de um estado inconformado e abstrato
É sempre o contraste invisível e inverossímil
Que acontece em desalinho no âmago de cada um.
No ápice secreto,
Na hélice que corta o vento das emoções sutis.

Carta e lenço, movimento...
Sóbrio sentimento.
Força e jeito, impuro leito...
Hospede perfeito

Sobre os versos não versados que o poeta descreveu.

Entregas seculares de eternos românticos,
Reflexos desconexos com a sina da alma liberta
E aberta às novas canções de amor.

Você me disse que era estupidez
Entregar-me ao tempo sem temer
E em cada ato não me arrepender.

Você me viu e fingiu não perceber
Que já estou bem melhor,
Não tenho nada a esconder...
E mesmo que ainda esteja só
Não penso mais no que passou.

Às vezes sinto que é difícil as pessoas enxergarem
Cada um tem seu talento, infortúnio e desalento.
Cada um tem a euforia necessária
Para calar o desconsolo.
Cada um é absorto para mudar o que achar certo
E eu acho mesmo que gozar somente
É desperdício de semente
Meramente sem elo,
Sem ente.

Você me disse que era estupidez
Entregar-me ao tempo sem temer.
Em cada ato não me arrepender.

Você me viu e fingiu não perceber
Que já estou bem melhor,
Não tenho nada a esconder...
E mesmo que ainda esteja só
Não penso mais no que passou.

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