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terça-feira, 20 de julho de 2010

agora

junte as peças pobres
as ricas
montar quebra cabeça
do lado de dentro
e de fora
tem endereço
de chegada e ida
despejar o sujo
dos enxagues
e ver a forma
desenhar o tom
de realidade
num sonho de concreto
e vida
agora

2 comentários:

Sam disse...

Agora.
Agora?
Agora!

Tem como uma vidraça embaçada diante dos meus olhos. Cachoeira inteira, água, sal, tempero na face.

Agora. Um lapis inquieto na ponta dos dedos, um dedilhar por dentro, cordas de violão, papel de chão, de pão. Cardaço de sorrisos guardados por entre os muros de concreto e migalhas de pão. lar sem dimensão. Uma sensação suspensa no vazio. Frio.

Agora. Um estado de coma, pra acordar além e encontrar o abraço, guardado pra te dar, agora.

Sim,

Agora!


.... E amanhã, tem sol!Tem mais azul, de antes, de agora nas horas, a morada demora. Demora!

Amanhã tem sol!
Tem tom, tem som, calor, tem verdejante tempo, agora!

Sim,

Tem um arco-iris de sorrisos afora!
Nao demora, desde agora!

Beijo na alma, meu sol amigo, meu querido abrigo.

Mai disse...

Dos grandes porque o questionamento e a inquietgude estão presentes.

E o comentário da Sam é um capítulo à parte.

beijos, amigo querido.

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