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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

beleza de tardinha

nem aço...
mormente disfarço
o que acho simples,
nessa beleza de tardinha,
meus olhos
não escolhem a cor,
apenas o tom,
daltônico é o dia
que não espera
meu riso se abrir...

3 comentários:

Mai disse...

ficou bonito demais!

abraços, querido.

Patrícia Gonçalves disse...

Lindo, simplesmente lindo!

beijos

Sam disse...

Ah, gosto!
De tardinha me pintar de amarelo gris,
Do vento na ponta do nariz
anunciando que lá vem a chuva pra fazer feliz
quem ainda é aprendiz e não se habituou a ouvir e compreender o que o mundo diz.

Ah, gosto!
De janeiro à dezembro, com gosto de agosto
no rosto redondo
um rodar de horas
que embalam no balançar
das cordas
presas no enroscar
da íris com a aquarela da tarde.

Gosto por demais... dessa tardinha minha, ninando meu fim de dia.

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