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sábado, 4 de julho de 2009

Adido

Morrem as palavras,
os versos...
Morrem os dias
no dormir das horas.
Lá fora - janela descortinada -
vive uma vontade de ir embora.
Morrem os silêncios,
vivem os gritos...
Morrem os lenços lacrimados...
Vivem os olhos esperançados,
morrem meus medos malditos.
Aqui, se morre agora,
mais que um sonho desmedido,
morre-se o sonhador
em poesia de adido.
Aqui, não finjo,
vivo a intensidade da minha dor...

4 comentários:

Fábio Paulos disse...

lindo poema, parabens

Erica Maria disse...

Viver intensamente a dor, é transformá-la em poesia!!

E tu, conseguiste explendidamente!!

Lindo mesmo!!

Bjos!

WΔ££™ disse...

A morte é apenas mais um dos muitos processos da vida, mas quando entendemos esse como um processo não de fim, mas de renovação, como uma promessa de que o antigo sempre dará lugar ao novo, aquilo que não nos é mais necessário será descartado, e abrimos nossas perspectivas a uma nova chance, quando vemos a morte dessa maneira, enxergamos que até mesmo nela existe certa riqueza.

Lindo poema, forte e intenso, mas igualmente lindo.

Abraços

WΔ££™

freefun0616 disse...

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