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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

novembro

tampouco vestido de palavras,
veio a mudez calar meus versos.
tampouco o ensaio perdido
que rabiscou cócegas em me coração
foi apenas tudo que deixei falar...
horas tolas que o tempo
não molda, que o momento assola
pirâmide de enleio, hoje cedo,
masturbando minha sonolência
com bocejo e preguiça.
agora é arregaçar as mangas,
curtir a estação chorosa
em gotas de orvalho e desejar
novembro abrir em flores
nesse meu sorriso...

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