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domingo, 1 de novembro de 2009

Pirâmide de faces acesas

Ainda sou essas sobras de poeira
assentadas no chão,
o vento irrompendo contra
as pernas quase nuas
da mulher descendo a ladeira
e um vestido estampado
resvalando a pele,
revelando uma beleza dançante
ao quebrar dos quadris...
Ainda sou essas arestas de tempo
espalhadas pelas horas vadias,
um cálice postado à mesa,
dois olhares sustentados
pelos cotovelos numa pirâmide
de faces acesas pela luz da paixão...

3 comentários:

Beatriz disse...

poema cheio de formas e olhares.muito bom.
beijo beijo poeta

Hugo de Oliveira disse...

Muito bom amigo..
te desejo um ótimo domingo.


abraços


Hugo

Katrina disse...

isso acabou em sexo

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