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quarta-feira, 12 de maio de 2010

moldura

quando eu estou no teto do tempo
estou no colo vazio da vida
colhendo na poeira da parede
algum amarelo
nalguma moldura,
qualquer retrato vencido
um sorriso embranquecido
que afague ainda
a tarde cinza dos meus dias

3 comentários:

Mai disse...

Poesia que emoldura o vazio que estrangula-nos.
"Tempo, tempo, tempo, tempo..."

beijos, Márcio

O mar me encanta completamente... disse...

Ahhhhhhhhh se conseguissemos monopolizar o tempo...
Tua poesia mostra a realidade dos nossos dias.

beijinho de saudadessssssssss

Juliana. disse...

Vamos moldar o que tem de mais belo neste nosso horizonte da vida, encher de cores, também as mais belas e reluzentes nos cantos vazios e embranquecidos e tornar os momentos, lembranças daquelas jamais esquecidas!

Um abraço

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