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quinta-feira, 2 de junho de 2011

cidadão comum

deitado de busto para o mundo,
minha pátria é uma fotografia em branco
esperando se revelar
numa rua inesperada...

2 comentários:

Sam disse...

é uma curva de vários desvios
onde só quem toca no peito em nostalgia sem empobrecer
ergue a bandeira
seja e esteja pisando em qualquer chão

Bei:)o

Lara Amaral disse...

Belíssimo poema! O peito, assim, aberto, para receber a poesia do mundo!

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