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domingo, 23 de novembro de 2008

Insosso

Desejei minha cama
Ao sair pela rua
Quero a chama
Dessa vida sua

Meu apelo
É voar como as mariposas
Quando, homem desmazelo,
Fizer-se calar o silêncio das esposas

Deixar cair no estio
Da madrugada
O seco frio
A dor instalada

E transparecer insosso
Mais um verso
Nesse osso
Nesse ardor inverso.

Um comentário:

Writer disse...

Lindo poema, como sempre, Márcio, com

a sutileza única das suas letras !

Você é um ótimo poeta e escritor,

que sabe como se expressar,

emocionando a todos nós, leitores.

Abraços de sua amiga, Juliana S.Valis

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