Como amora madura
Segui pelo acaso
Fui minha cura
Quando me senti raso
Eu, mero inocente
Cambaleando sem rumo
Encontro minha gente
Distante, me consumo
E essa fé que em mim mora
Que agora é tão confusa
Como um sorriso de senhora
Que se reconhece como musa
Só me faz sentir senhor
Com um pouco de cuidado
Eu, poeta sonhador,
Escrevo meu verso alado.
Bate-papo literário e sessão de autógrafos
Há 2 meses

Um comentário:
Oi, Márcio.
Sabe que eu me senti em pleno nordeste, ouvindo um daqueles repentes, ue os poetas populares constroem, em dois tempos.
Adorei o ritmo.
Carinho, sempre.
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