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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O que será que me dá?

O que será que me dá
nesse breu de ilusão
como ateu possesso
das minha verdades?
O que será que me dá,
oh sereia do meu mar,
quando o canto teu
vem me salvar?
O que será que me dá
pela noite atoa enluarada
sentir febre de amor,
sentir vontade de amar?
O que será que me dá,
que te deu assim me encantar,
que me fez tão certo divagar
pelos cantos dessa minha ilusão.
O que será que me dá
quando bebo teus versos,
quando encontro-me disperso
como folhas farfalhando ao vento
a minha distração.
O que será que me dá,
não sei, quero apenas ficar
embevecido aqui, pairando como
pluma no ar.

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