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domingo, 22 de agosto de 2010

Inalterável

Aos excessos de mim
a suma essência do que me fica
de ser pedra,
areia absoluta
que me destitui
a cada instante
para um novo instante.
Por fim,
sem algibeiras
nem estribos,
rumo norte e sul,
leste e oeste
para meu cimo
selvagem
de amanhecer
homem,
dormir rato
e permanecer
inalterável.

3 comentários:

Mai disse...

E somos.
Que dos excessos se faça poesia, para que a exceção seja a pedra no caminho.


beijos, poeta.

Sam disse...

Sim, concordo com Mai!

"Que dos excessos se faça poesia"... e que transborde pelos vértices, arestas e margens de ti... e que todos os cálices não sejam suficientes, nem se fosse alterado suas formas, tamanhos e quantidades.

Beijo meu...

Juliana. disse...

As vezes é preciso clamar aos excessos e tentar dormir e acordar melhor!
Um beijo Márcio
Boa semana!

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