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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A novidade

Ah, dizei!
O alaranjado dos teus versos
com o sabor café
das minhas palavras
não são exatamento
o tom absurdo e imperfeito
nessa arritmia desrimada
de poesia?
Sim, o concreto
é o nosso teto frio
que cobre de escombros
essa beleza quase branca
gravada em grafite e porcelana...
Uma xícara de chá, meu bem!
Há alguns nós para distorcer
a imagem da minha face
e desatar o cobre
desencapado da nossa solidão...
- Não há novidade
nessa realidade,
apenas distorção dos sonhos
que almejamos construir
com esses fios de agora.

2 comentários:

Mai disse...

Pois eu gostei da novidade das cores, do verso e dos sabores por aqui.

beijos, querido

Sam disse...

Que lindo o novo visual!
Adorei...

Me alcançou algum sabor de tangerina, cheiro de canela, de flores e cores alegres que fazem dos teus versos algo mesmo cativante!

beijo meu

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