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segunda-feira, 16 de maio de 2011

outro

e cada poema
é um estio
e uma vadiagem
que umedeço
com meu olhar
que esqueço
na pauta
do alheio

3 comentários:

Sam disse...

é uma pauta
e um tiro
onde me atiro
sem pensar nas vírgulas
que permitir deixar em cada
(uni)verso alheio
mesqmo que o inverso de mim.
Belo, Márcio.
Meu beijo.

Mai disse...

Lindo demais, Márcio, demais.

beijos, amigo.

Zélia Guardiano disse...

Lindo, lindo!
Parcimônia no uso das palavras e ainda assim, e por isso mesmo, uma obra magnífica!
Encantou-me...
Abraço bem grande, Marcio.

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