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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Drum ´n` bass

Aquele drum ´n` bass batendo aqui,
acolá, uma volta pelo parapeito
do meu dia, ode ao fútil, magia acelerada.
A horta do tempo, malfeita, está pronta,
pois, logo, desce à porta da lágrima,
esta hora feita de sumo e néctar,
aquele beijo roubado,
o que eu deixei de escrever...
Pois bem, nada fenece nesse tempo,
nada além de mágicas roubadas,
sonhos dourados, sim...
Mas, para quê tanta reticência meu bem?
Nada além, nada mais sem bytes, sem
o micro e o macro solúvel e insolúvel
das necessidades, que eu, atrevido,
diria: humanas.
Sim, é redundante dizerem que
escrevo palavras, sim, teço-as ao vento,
mas elas dizem, olhai-vos todos, elas dizem.
Não tão quanto diz essa bolha assassina em meu pé,
nem tanto quanto diz essa poesia
cheia de poeira e pó que eu já li por aí, sim,
mas todas dizem o seu tempo de ferrugem,
todas são essas quatro fases de lua
sem face, cobertas de nuvem...

5 comentários:

Mai disse...

Vai aumentando a agonia, né?
Mas quem sabe com um tantan, faz-se uma música. A música alegra a alma.
Beijos, Poeta.
Você inova, renova.

Abraão Vitoriano disse...

poeta sim!

versos que são honestos no sentido de ser e ver e tocar...

parabéns!

abraços,

do homem-menino.

voltarei...

Beatriz disse...

a nuvem do cotidiano esfumaça as reticências.
beijo poeta

Mai disse...

Tum...tum tum...
Dream, drum...
I have dreams, don't you?
'drum'n'bass'
...And here comes the sun, Márcio.
Look aroun and hear your soul, sweet heart.

Anônimo disse...

Hi
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