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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

arroubo

quando pousei meu olhar
por aqui,
meus olhos são dois riscos
esticados na vertical de mim.
é que ficou marcado
com um giz
um arroubo sem nome
e que pousou brando
nesse fio intenso
de pintar verão...

Um comentário:

Sam disse...

E a canção dizia, pelas palavras veladas e a melodia humana - vertentes de nós, coisas que estão na alma de todos e que ninguém conhece.

Riscos de giz, nasciam e cantavam o chão numa espécie de sonolência, ignorando com o olhar os ouvintes, num pequeno extase de rua. Extase de si.

Que seus versos, suas alma de poeta, seu sorrio de menino, seu abraço de aconchego se faça morada por muitos anos vindouros e que em 2011, todos os caminhos sejam melhores e mais floridos.

Obrigada por ser um presente de pessoa, aqui nesse mundo meu.

Feliz 2011, querido meu!
Á ti, toda minha saudade e meu carinho de sempre...

Beijo em tua alma!
Abraços, flores e estrelas... com muita ressaca rs

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