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sexta-feira, 8 de abril de 2011

a esmo

isso
é um compromisso
que tenho comigo mesmo.
não sou omisso,
nem ando a esmo,
contudo, pasmo,
como torresmo
como quem faz feitiço
pelo viço da noite
de quem foi
abandonado
pela sesmaria
de um cortiço.
assim,
era meu orgasmo
que não ria,
apenas
uma maioria
que em mim
chorava.

2 comentários:

Varanda Azuis disse...

Gosto de ler vc Márcio...vc sempre emociona e encanta com seus escritos!

bjos...

Celso Mendes disse...

sempre com uma fluência muito massa, mas um poema muito bom. tuas palavras não foram a esmo.

abraço!

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