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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

depois da meia noite

depois da meia noite
homem algum entristece,
nem palavra veste
o que não se comenta,
apenas caem estrelas do céu.
e os sonhos, ávidos por chão,
esvaziam as cabeças
e vão morar num travesseiro.

2 comentários:

Dauri Batisti disse...

Apenas caem estrelas,estas que tecem palavras,estas que teimosas se esparramam por este blogue, por este chão.

Abraço

Mai disse...

Lindo, lindo, lindo.
Márcio, minha mãe tem uma história que eu acho legal, ela fala pra gente que 'nunca escurece mais do que meia noite' depois disto começa a clarear, até que o sol se achegue.

Belo poema, querido.

fica bem,

carinho

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