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domingo, 9 de janeiro de 2011

ponto final

Quero a minha prosa de manhã
nuns versos soltos,
quero esquecer a palavra infeliz
que me deixou
no mais absoluto silêncio.

Não quero culpa, quero mais.
Quero a calçada nos nossos pés.
Porque quem sente
não quer jamais
por na história um ponto final.

Eu quero a reticência
do instante, eu quero música
no meu dia,
quero sorrir de alegria,
chorar de emoção,

não controlar esse ritmo
nem porque bate
tanto esse meu coração.

4 comentários:

Mai disse...

Oi, coração, cheguei...

Este poema vale uma melodia e este ponto final é recomeço.

um grande abraço
e um feliz tudo pra ti, Márcio.

aos poucos lerei o que perdi.

carinho

Dauri Batisti disse...

Amigo Marcio, tua fidelidade aos poemas gera admiração. Tecer palavras assim parece ser parte do teu destino bom.

Abração.

Zélia Guardiano disse...

Lindo, Marcio!
Versos lindos...
Conteúdo formidável
Adorei, amigo!
Enorme abraço
Zélia

Sam disse...

Ahhh, eu também!
Na verdade, todos nós queremos esse seu sorriso de volta.

E o som dele, do seu riso e da sua risada é como caixinha de música - guarda as bonitezas da vida bem embrulhadinhas pra levarmos na palma da mão.

Abraço querido.

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