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domingo, 6 de abril de 2008

Faces do acaso

São tantas faces, essas faces minhas.
Tão soltas à toa por estas linhas
Que nem lembro mais o que quero escrever.
Nem lembro daquelas que ainda hei de ver.

São tantas em volta pelo caminho
Que às vezes me esqueço que estou sozinho
E me encho de sorrisos de faces ausentes
E ausento-me da tristeza de outras gentes.

São tantos olhares, um tanto efêmeros,
Outras tantas palavras diferidas em gênero,
Como são tantas as frases proferidas
Nos caminhos cruzados de nossas vidas.

São tantos instantes surgidos do nada.
Pessoas diversas da nossa estrada.
E agora o que faço com esse impasse?
De onde vêm? Para onde vão todas essas faces?

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